


Eu e o Chico
by Antero Vaz de Andrade
Ah! A infância!
Que a vida, agora, toda se mostra.
Uma pipa no céu, ao invés de azul,
do meu azul,
pode ser que o céu seja rosa, pois ele vê a cor rosa,
e sempre lhe ensinaram que aquela cor, que tinha no céu, é azul!
De modo que o céu, para todos é azul,
mas para todas as pessoas, será o seu azul, igual ao meu?
Que não seja o meu vermelho? Ou verde; ou amarelo?
Quem poderá dizer quais os nuances de cor de cada pessoa?
Quando nascemos disseram: o céu é azul, os morangos são vermelho, as núvens são brancas. No entanto quem poderá dizer se o meu azul, o meu verde, o meu branco, o meu vermelho, é ou tem qualquer prova de que tais cores podem ou não ser iguais, na forma da impressão das cores em nosso cérebro.
E assim para todas as cores. E para todos nós!
Dizem os cientistas que o cachorro vê tudo em preto e branco,
e apenas os tons que do branco e preto podem causar.
Como se pode provar algo assim?
Desde pequeno eu penso nisso.
Um dia, deitado à sombra de um pé de mamão (que se sabe não dá sombra alguma). Sim! Deitado!
Estávamos deitados, no chão ou cimento, sei lá! Mas de modo que as nuvens passavam, rente ao cume do pé de mamão; e eu traquina dizia:
" -- Êita Chico, acho que o pé de mamão vai cair em cima de nós!"
E o Chico saia correndo, assustado com tal hipótese, pois deitados, nós dois, de cabeça para cima, tinha-se a ilusão de ótica que o pé de mamão estivesse a cair por sobre nós.
Chico viu que o pé de mamão não caiu, e retorna. E olha de novo, e de novo sai correndo.
É... Eu era um menino traquina!
Mas não lembro de muitas traquinagens que, talvez, tenha feito.
Chico retorna, então eu levanto, e finjo-me preocupado, e falo para o Chico:
"-- Chico, vai lá naquela esquina que dá pro posto, e vê se EU estou por lá, pois já tá na hora de eu ir embora.
Chico, um menino -- diziam -- "Muito prestativo. Mandasse o Chico a algum lugar, fazer alguma coisa e ele saía na carreira, que era pra não esquecer, e fazia!"
Daí a pouco, eu ainda deitado, olhando para as nuvens, as figuras que se formavam. Então volta Chico, esbaforido, da carreira que deu de ida e de vinda, na esquina do Posto.
Dizia o Chico, chegando correndo. Arfava-se-lhe o tempo, e dizia:
" -- Oia! Eu procurei, mas num ti vi lá não!";
"-- Êita porra! E já tá quase na hora de eu ir pra casa!"
" -- Mas deita aí, vai. Eu quero olhar mais para as nuvens e vê no que elas se formam."
E ficávamos alí! Na mesmice! Não lembro se era de manhã, ou de tarde, ou domingo.
Mas eram dias felizes. Dias de infância.
Chico, talvez, fosse o mais feliz.
Era um a três anos mais velho que eu. Um pouco maior, também.
Sofria de algum mal das idéias.
Mas cresceu!
Um dia desses eu o reencontrei. O rosto, como sempre, estampava "o sorriso dos inocentes", mesmo quando não sorria.
É! Eu era feliz; e não sabia!
E o Chico, sempre fôra feliz e ainda o era!
Tantos revesses que a vida nos dá, e que por certo, talvez, mais ainda ao Chico!
O certo é que nunca se deu conta,
que o tempo foi passando, e ele continuava uma criança.
Não me atrevi a mandá-lo ver se eu estava na outra esquina. Contive o menino traquina que ainda em mim existe.
Tal nem passou pela parte de meu cérebro
que cuida das ideias loucas ou das mentiras pueris.
Antero Vaz de Andrade
Bonito isso, néh?
Brilhante o ordenamento jurídico nacional. Nota Mil. Além de que, aqui, nem adentrei na falta de ética, de moral, de legalidade, de legitimidade. Quase todos são ladrões. E os que não são, não denunciam. Apenas fazem "vistas grossas" à maracutaia do Poder Judiciário, do qual estou enojado, pois tenho 3 processos que tenho que levar em frente. E para os levar vou ter que acusar um Desembargador do Tribunal de Justiça por ERROR IN SAPIENDO, de modo a que o filho de uma égua terá que responder a um Processo Administrativo que dará em nada, pois no Brasil impera o corporativismo em todas as esferas e matises do Poder. Terá também a responder Processo Criminal, o qual, ficará engavetado uns dois a três anos em cada mesa de algum agente público; e daqui a 10 anos, talvez esteja na fase de CITAR O RÉU; pois já iniciei uma ação contra Grupo Econômico local, há 2 anos, e ainda não foi sequer distribuído. Uma por que não dou 50 reais para ele mudar de mesa e a cada mesa, mais 50, 100 reais. E eu tenho o maior asco de corrupção, e eu não ofereço; e se o filho de uma puta me pedir, dou-lhe voz de prisão.
De modo que, em outro processo terei que tirar a Juíza do caso, vez que além de Advogado da parte, descobri que sou parente no 4.º grau civil por afinidade, tanto da parte interessada quanto da infeliz daquela juíza, de modo a que a lei não permite estarmos juntos em processo algum, pois ela é tia de minha ex-mulher, sendo tia da mulher que me deu uma filha linda, e que estão sempre em contato, em festas, comemorações, etc. Autoritária, corrupta, sem vergonha na cara. Sabendo desse artigo é arriscado mandar matar-me, que aqui por qualquer 500 reais se contrata um matador. E ser for a Juíza que pedir, ele faz de graça. E a laia dela é capaz de tudo.
Interessante não? Juiz corrupta, emprega uns 3 parentes no seu Fórum, age com visível interesse financeiro.
Ou o sujeito sonega 10 milhões de reais, ao ser descoberto basta pagar que não fica preso (uma lei para os ricos), pois só rico é quem pode sonegar impostos, pois o pobre nada tem nem mesmo para si; e vai roubar galinhas e se for pego, não adianta devolver as galinhas. Continuará preso durante bastante tempo por ato tão insignificante, e que alguns juízes, mas nem todos, que absolvem tais tipos de réus pela insignificância do ato, pela ausência de valor que justifique acionar a máquina judiciária, a mandar um ladrãozinho, para que saia de lá formado, graduado, e se ficar muito tempo, com os diplomas de Mestre, Doutorado e PhD em Malandragem e roubos a bancos, etc.
(Lustato Tenterrara)

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Esse é o Princípio Jurídico da Insignificância.
Destarte o pagamento é anual, no valor de R$ 4,98 por ano, arredondado para R$ 5,00 (cinco reais) por ano, é o menor valor aceitável, pois também, insignificante para uma anuidade (valer até julho de 2012, com apenas cinco reais, sem mensalidades, apenas um único pagamento anual).